Caminhar e…

…aos poucos as coisas vão se acertando.
SIm…sim! Posso dizer que estou diferente.

Alias…coisas pequenas, sofreram grande mudanças e coisas grande, mudaram pouco. A descoberta está em descrobrir (que frase estranha) que há mais coisas pequenas do que grande. Alias, ser grande é ser visível, e longe de mim os outdoors.

O ano está acabando e foi um ano de forma geral bom. Faço o mesmo de todos os fins de ano e me sinto velho.

que coisa, não?

Hoje tive uma atitude meio estranha. Meio sem justificativa e que pode não ter sido uma boa escolha.

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Acredito que cada fração de segundo é suficiente para alterar o curso das coisas.
Há sempre uma combinação absurda de hipóteses que são agentes ativos dos nossos destinos

*Destino = trajetória de vida escolhida por indivíduo

Fato!

Por mais que eu não expresse, algumas coisas, os agentes vitais me moldaram com perfil que gera um sequencia de sensações, impressões e situações a respeito dos eventos que me cercam. Gosto de chamar de instinto!

Talvez, não passe de impressão!
Interpretações equivocadas de situações adversas!
Infelizmente não consigo me desfazer do talvez!

Coisa que achamos na Caminhanda!

As coisas mudam, nós mudamos. Muda o gosto, a cor preferida, o programa do final de semana, a disposição. A simplicidade começa a ser protagonista do cotidiano. As coisas, do tipo coisas bobas, passam a ter um significado menor. As outras coisas, aquelas que são boas, nos fazem sentir grandes e realizados. A opinião dos outros, realmente são dos outros agora. Tomar decisões virou rotina, infelizmente isso não quer dizer que estamos sempre no caminho certo, mas tentamos. O amor, aquele de verdade, agora sai da gaveta, dos poemas, do coração e transborda, quase sem medo. Sabe esse medo? Ele já não causa tanto rebuliço e a coragem passa a ser uma aliada fiel. O simples querer já é suficiente, agora basta fazer. Aos poucos, essa, aquela ou qualquer outra loucura, vai acontecer. Crescer é estranho, louco e complicado e ainda assim parece cada vez mais extraordinário!

Como se fosse a primeira vez

25 years

Eu e meu eu

Ela havia acabado de voltar. O local não era novo, ainda que tudo estivesse diferente. Entre caixas e sacolas, notou que precisava ir ao mercado e assim foi. Ela que já não sabia o que costumava saber, nem sequer o notou. Enquanto enchia o carrinho com comida congelada, refrigerante, bolachas recheadas e frutas, seguia sua vida como aprendera a seguir.

Ele tinha as mãos cheias de salada e por isso, em uma reação involuntária, a chamou. Ela, que sempre atendia quando escutava seu nome, olhou. E ficou sem reação. Ele olhou diretamente nos olhos dela e reação não demonstrou. Um abismo de 7 anos então se formou.

Ele riu. Ela também. E corou. Até que ponto tinham mudado?

Tentaram colocar anos em palavras, no espaço de 10 minutos. Ela se despediu, sorriu e se afastou. Não quis forçar outro sorriso. Ela queria contar o mundo que viu, das vezes que sorriu…

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Brotar, #brotar!

Quase sempre começa assim?

Quase sempre começa assim.

Quem diria?

Quem diria!

Você abre uma simples porta, e de repente, surge um mundo?

Você abre uma simples porta, e de repente, surge um mundo!

E como não ter medo de um universo completamente diferente do que vivo?

É como não ter medo de um universo completamente diferente do que vivo.

Estranho?

Estranho!

Viver?

Viva!