Gosto dessa galera que carrega um sorriso no rosto por estar vendendo sonhos e colhendo alegria.
Pode até ser que você seja lesado, ou enganado por um desses “dreams of merchants “, mas tenho a impressão de que mesmo sendo, algumas vezes, um abuso da sua fraqueza, vai sempre valer a pena o discurso do alguém que te desafia.

Abra seu dia para ser desafiado a expor seu sonho.

Te desavio a ler algo sobre Bel Pesce, Windersson Nunes. Não sobre o que eles fazem, mas sobre a mensagem que a historia deles tem. Extrair a mensagem por trás do business

pensamento furtado!

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a quem diga…

Hoje eu me peguei pensando sobre o que escrevo e sobre o que as outras pessoas escrevem, sabe?
É…esses textos”secretos” que colocamos na multidão da informação afim de que não sejam notados.

Foi até engraçado. Percebi que as palavras, quando escritas no paladar do que sentimos, soam, quase sempre, com uma densidade emocional quase que transferível. Não que isso seja ruim! Ou bom?! A verdade é que os sentimentos tendem a tirar nossa visão racional das coisas.

Aí, imagina só:

O escritor envolvido no embrulho do sentir, com o suar das mãos e coração disparado, transborda a datilografar aquilo da forma que lhe vem ao tato. Consegue, com um pouco de talento, ou sinceridade, expelir parte do “como se sente” em grupos de palavras, combinações que só fazem sentido a quem realmente já está imerso ao que ele escrevia.

Uma leitura sensorial do fato.

Com isso consegue de uma forma surpreendente transmitir  esse sentir-se ao leitor, que por sua vez, absorve todo aquele aroma e se sente no êxtase de sentir-lhe…e gera a sua leitura sensorial do fato!

O fato, coitado, era apenas a rotação terrestre, mas no tato do tal escritor, eternizou-se no dia em que a lua tocou no mar.

…saudade!

Não posso dizer exatamente de onde vem, ou por que vem. Só a percebo aqui. Talvez por causa de uma foto, um filme, uma lembrança, as fases da lua…não sei! Talvez a leitura da palavra “saudade” defina melhor que a própria definição.

No meio de tantas mudanças “alguma coisa” está diferente…mesmo sendo confuso, há “alguma coisa diferente”. Mas…talvez seja um detalhe…subjetivo, talvez…não visível, mas percebível…

Quantos talvez!

Hoje sinto falta dela! Mesmo depois de tanto tempo. Algumas conversas…algumas risadas…do seu jeito meigo de evitar meu beijo…do arrepio do pescoço depois de um cheiro…a temperatura se alterar suave, pulsante…de ir embora e olhar para trás na esperança de receber um sorriso…de querer aqueles abraços longos, dados dentro do carro, após dias corridos e ainda após se despedir, poder falar horas pelo telefone como se não se visse há dias…deitados quase que sonhando.

chega ser inacreditável poder quase sentir tudo depois de tanto tempo…Anos!

nem tudo são flores, eu sei!

Mas não é novidade…como você costumava dizer “quando é de verdade, não acaba…o coração guarda”

A alguns dias o ultimo meio de poder saber o que ela sentia se foi…pode ser intencional, ou não.Tanto faz!

Eu gostaria, nem que fosse pela ultima vez, de ler você…aquela escrita carregada de tudo que se passa ai dentro. Aquele grito mudo no silêncio das palavras.

Quem sabe por uma ultima vez.

Tic Tac…

…como se fosse a primeira vez.

Tic Tac…

…ouço a gritaria rotineira no vizinho e percebo que já passou mais um dia.

Tic Tac…

…é!

Tic Tac…

…Eles tem passado tão depressa que já nem consigo perceber os intervalos. Tudo se mistura como uma memória constante de um evento eterno não espaçado pelas horas de sono.

Tic Tac…

…Quem me dera, ao menos uma vez, Acreditar por um instante em tudo que existe…

Tic Tac…

Para alguns, a maturidade é como um aperfeiçoamento.

Tic Tac…

…Para alguns!

Tic Tac…

Quem escolhe fazer jogo sempre perde

#reflexão

Entre parênteses

É difícil admitir quando algo nos afeta e, ainda mais, olhar para dentro e percebermos que nem tudo precisa ser levado tão à sério. Vivemos em uma época onde se propagam o desapego e sendo assim, o primeiro a demonstrar emoção é visto como o fraco. Com isso, todos usam escudos emocionais para que nada consiga ultrapassar e ferir. Porém, quando nos enchemos tanto assim de barreiras, no fim, percebemos que não estamos protegidos e, sim, sozinhos do outro lado do muro.

Não existe nada mais cansativo do que estar com alguém que insiste em se proteger de ataques imaginários. Cada momento é um dia de guerra. Tem que escolher bem as palavras, uma vez que qualquer frase mal colocada é vista como bombardeio. Quando foi que o amor se tornou esse campo de batalha?

Não tem como entrar em um relacionamento e continuar a fazer todos esses joguinhos. Não dura, desgasta…

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Já faz um bom tempo que essa aventura começou. Quem diria que eu, volta e meia escreveria reflexões, pensamentos, sentimentos, desabafos…escreveria!

A verdade é que ainda me sinto como quem escreve para um alguém. Isso mesmo! Um alguém!
A vida vai passando, e quase como uma constante, me surpreendo com a capacidade que ela, a vida, tem de continuar mudando.

Nos arrependemos de algumas coisas. Mas se arrepender já não desgasta tanto como antigamente.
É meio que: foi mal…e f#$@-se! (desculpa a expressão).

O hoje é um tanto quanto engraçado. O dia transcorre, faço algumas poucas obrigações, me alimento excelentemente bem, até faço uma atividade física ou outra, vejo pessoas envelhecendo e isso me faz lembrar que o tempo também passa pra mim.

– a vida pode ser um tanto quanto colorida, mas quase sempre vivemos o preto e branco mesmo.